Portal de Eventos da ULBRA., XVII Fórum de Ensino, Pesquisa e Extensão (Carazinho)

PREVALÊNCIA DE ALUNOS DOADORES DE SANGUE RELACIONADOS EM PESQUISA DENTRO DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CAMPUS CARAZINHO

Agatha Amaral da Rocha, Nadine dos Santos Meyer, Katianne de Fátima Silveira Freitas, Kelin Kuhn, Alexandre Ehrhardt

Resumo


A doação de sangue consiste em um ato voluntário, ou seja, quando uma pessoa com boas condições de saúde opta por doar algo que é seu por vontade própria e sem ser pago por isso. Sabe-se que o tecido sanguíneo é algo insubstituível, por conta disso a doação de sangue acaba se tornando um problema mundial, pois os bancos de sangue tem dificuldade em manter seus estoques abastecidos, e isso se dá também pelo fato das pessoas não terem o conhecimento necessário sobre este assunto. O objetivo do presente trabalho foi questionar alunos que eram ou não doadores de sangue e se não eram, qual era o motivo dentro da Universidade Luterana do Brasil- Campus Carazinho. Durante o desenvolvimento deste, realizou-se pesquisa de campo quantitativa e revisão bibliográfica em bancos de dados, Scielo, revistas cientificas e livros com os termos “doadores de sangue”, “serviço de hemoterapia” e “bancos de sangue”, tendo como critérios de inclusão artigos em português, inglês e espanhol publicados a partir de 2005. A doação de sangue é um gesto solidário de doar uma pequena quantidade do próprio sangue para salvar a vida de pessoas que se submetem a tratamentos e intervenções médicas de grande porte e complexidade, uma única doação pode salvar até 4 vidas. Existem pessoas que por vários motivos não fazem doação de sangue e um deles é a falta de conhecimento sobre o assunto que acaba gerando muitas dúvidas. Por conta disso foi realizada uma pesquisa de campo entre os alunos da Universidade Luterana do Brasil. No questionário que foi entregue aos alunos foram computados os seguintes resultados: 21 pessoas tinham menos de 20 anos, 55 entre 20 e 30 anos, 10 entre 30 e 50 anos e 1 maior de 50 anos; 69 pessoas eram do sexo feminino e 19 do sexo masculino; 34 pessoas estão cursando estética e cosmética, 28 administração, 12 recursos humanos, 6 design de interiores, 4 agronegócio, 4 direito, 3 enfermagem, 1 logística e 1 biomedicina. Destes, 44 disseram ser doadores e 46 não doadores. Foram diversos os motivos pelos quais eles não doam, 31 pessoas disseram ser por preguiça, 7 por peso, 5 por anemia ou outra doença, 3 por possuírem tatuagens, 4 por medo e 2 pessoas disseram passar mal. Ao todo foram respondidos 100 questionários, porém foi levado em consideração que nem todos responderam todas as perguntas. Com essa pesquisa pode-se concluir que a falta de conhecimento é algo presente na sociedade, porém não é esse o principal motivo que as pessoas não doam, e sim por ser um processo demorado no qual as pessoas tem preguiça de ficar aguardando nos hemocentros, já que atualmente as pessoas não tem muito tempo livre e fica difícil estarem saindo dos seus empregos. O problema está tanto na falta de informação quanto em todo o processo burocrático que envolve a doação sanguínea.