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AMPUTAÇÃO DE MEMBRO TORÁCICO EM PACIENTE COM OSTEOSSARCOMA - RELATO DE CASO
Breno Tiago Vargas Exterckötter, Cristiana Correa Kuci, Maria Inês Witz

Última alteração: 08-09-2017

Resumo


O osteossarcoma é a neoplasia óssea primária mais frequentemente diagnosticada no cão, representando mais de 85% das neoplasias com origem no esqueleto (DALECK, FONSECA & CANOLA, 2002).
Cães com neoplasia óssea primária, afetando esqueleto apendicular geralmente são trazidos por causa de claudicação e/ou edema de membros (SCHULZ, 2008).
Segundo Couto (2010), o osteossarcoma ocorre predominantemente em metáfise de rádio distal, fêmur distal e úmero proximal.
O diagnóstico definitivo do osteossarcoma é feito através de biópsia e exame histopatológico (OLIVEIRA & SILVEIRA, 2008).
O tratamento indicado é a realização da amputação seguida de quimioterapia adjuvante (COUTO, 2010), melhorando a qualidade de vida, porém 85% dos cães ainda morrem 8 meses após a amputação (PIERMATTEI, FLO & DeCAMP, 2009). A paciente em questão realizou somente a amputação do membro afetado por motivos pessoais do tutor e apresentou sobrevida de dois meses pós-cirúrgico e aproximadamente seis meses após o início dos sinais clínicos.
Desta forma, o diagnóstico definitivo foi confirmado pelo exame histopatológico, através da biópsia incisional e demonstrado que o diagnóstico de osteossarcoma possui um mau prognóstico pela alta taxa de metástase pulmonar e baixa sobrevida, corroborando Couto (2010). A cirurgia não resulta em cura, sendo considerada somente tratamento paliativo quando realizada isoladamente (OLIVEIRA & SILVEIRA, 2008).


Palavras-chave


Neoplasia. Cão. Úmero.

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