FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA SÍNDROME DE EDWARDS
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| 1. | Título | Título do documento | FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA SÍNDROME DE EDWARDS |
| 2. | Autor | Nome do Autor, afiliação institucional, país | Agatha Amaral da Rocha; Ulbra- Campus Carazinho; Brasil |
| 2. | Autor | Nome do Autor, afiliação institucional, país | Alisson Felipe Lara da Cruz; Universidade Luterana do Brasil- Campus Carazinho; Brasil |
| 2. | Autor | Nome do Autor, afiliação institucional, país | Fátima Husein Abdalla; Ulbra- Campus Carazinho; Brasil |
| 3. | Assunto | Área(s) do Conhecimento | |
| 3. | Assunto | Palavras-chave(s) | |
| 4. | Descrição | Resumo | A síndrome de Edwards (SE) ou trissomia do cromossomo 18 é uma síndrome com múltiplos defeitos congênitos como resultado de um desequilíbrio cromossômico devido a existência de 3 cromossomos no 18. Tem uma incidência de 1/3000 à 1/8000 recém-nascidos vivos. Aparece em todas as áreas geográficas, afeta todas as raças e têm predominância no sexo feminino. O objetivo desse trabalho foi apresentar, de forma breve, os aspectos fisiopatológicos, formas de diagnóstico e tratamento da trissomia 18. Durante o desenvolvimento deste, realizou-se revisão bibliográfica em bancos de dados, Scielo e PubMed, desde agosto de 2018, com os termos “trissomia 18” e “mutação cromossômica”, tendo como critérios de inclusão artigos em português, inglês e espanhol publicados a partir de 2011. Foram descartados os artigos que não apresentavam metodologia adequada ou não abordavam a área de interesse. A trissomia do cromossomo 18 foi descrita inicialmente em 1960 por Edwards em um recém-nascido que apresentava malformações congênitas múltiplas e déficit cognitivo. A SE é a segunda trissomia autossômica mais frequentemente observada ao nascimento, ficando atrás apenas da síndrome de Down (trissomia do cromossomo 21). No Brasil, a identificação pré-natal de pacientes com SE é importante na determinação de questões relativas à sua evolução e prognóstico, bem como seu nascimento e manejo clínico. Geralmente o diagnóstico da síndrome é suspeito na fase pré-natal, dependendo da presença de marcadores de ultrassom e testes bioquímicos no soro materno, ou anomalias anatômicas diagnosticadas na ultrassonografia pré-natal. A sintomatologia e características apresentadas pelo portador da síndrome são a alteração da forma anatômica corporal normal, bem como crânio pequeno e forma anormal, boca e mandíbula pequena, dedos longos e fenda palatina, que no entanto varia entre portadores. As anomalias na formação, refletem também em problemas renais, doenças cardíacas, atraso mental e problemas respiratórios. Essas características já podem ser observadas desde a gestação, e após o nascimento, pois a má formação está presente na maioria das estruturas que formam o corpo. A maioria dos fetos portadores de trissomia do cromossomo 18 não chega ao termo, ou seja, acaba indo a óbito durante a vida embrionária e fetal. As crianças que nascem apresentam um prognóstico bastante reservado. A mediana de sobrevida entre nascidos vivos relatada na literatura tem usualmente variado entre 2,5 e 14,5 dias. Pacientes com idade maior do que um mês frequentemente vão a óbito devido a problemas relacionados à cardiopatia congênita (a apneia é uma causa frequente em neonatos com menos de uma semana de vida). Por se tratar de uma doença genética, que acontece por um erro na divisão celular, não é possível prever nem evitar que a SE ocorra. No entanto, exames pré-natais podem revelar a doença antes do nascimento da criança. Assim sendo, estudos recentes indicam que as cardiopatias congênitas são as principais causas de óbito em pacientes tratados com cuidados intensivos. Logo, o manejo intensivo, incluindo a realização de cirurgia cardíaca, poderia melhorar a sobrevida de pacientes com a síndrome.
Palavras-chave: Trissomia 18. Aberração cromossômica. Cariótipo mutagênico.
_________________________________________________________________________ Referências:
DENARDIN. D et al.. Retrospective cohort of trisomy 18 (Edwards syndrome) in southern Brazil. Genética Clínica, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) - Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre (CHSCPA). Porto Alegre, p. 320- 325. Julho de 2014.
KANEKO. Y. et al.. Cardiac Surgery in Patients with Trisomy 18. Pediatr Cardiol, 2009. P. 30:729–734. Abril de 2009
ROSA. R, F, M, et al.. Trissomia 18: revisão dos aspectos clínicos, etiológicos, prognósticos e éticos. Revista Paulista de Pediatria, Porto Alegre, p. 111-120. Maio de 2012.
SALDARRIAGA. W.; MIRANDA. H. R.; CHEYNE. J.R.. Síndrome de trisomía 18. Reporte de un caso clínico. Revista Chilena de Pedíatria, Cali, Colombia. p. 129-136. Outubro de 2015.
SUÁREZ. V, M et al.. Síndrome de Edwards asociado a inmunodeficiencia combinada. Revista Cubana de Hematología, Inmunología y Hemoterapia 2011, La Habana, Cuba: p. 342-348. Dezembro de 2010.
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| 5. | Editora | Editora, localização | |
| 6. | Contribuidor | Patrocínio | |
| 7. | Data | (YYYY-MM-DD) | 09-10-2018 |
| 8. | Tipo | Situação & gênero | Documento avaliado pelos pares |
| 8. | Tipo | Tipo | |
| 9. | Formato | Formato do Documento | |
| 10. | Identificador | Identificador Universal Único (URI) | http://www.conferencias.ulbra.br/index.php/fpec/xvifepe/paper/view/11885 |
| 11. | Fonte | Título da Revista/conferência; V. N. ano | Fórum de Ensino, Pesquisa e Extensão (Carazinho); XVI Fórum de Ensino, Pesquisa e Extensão (Carazinho) |
| 12. | Idioma | Português=pt | pt |
| 13. | Relacionamento | Docs. Sups. |
FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA SÍNDROME DE EDWARDS (76KB) |
| 14. | Cobertura | Localização geográfica, cronológica, amostra (gênero, idade, etc.) | |
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